sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Praça Erika Martins Flesch - Blumenau - SC


Rua XV de Novembro X
Rua Alwin Schrader
Blumenau
Santa Catarina
Praça Erika Martins Flesch

Cada município normatiza seus logradouros públicos como quiser, mas acho que essa "praça", com cerca de 80/100 m2 deveria ser enquadrada como jardinete. Em Curitiba, por exemplo, só são consideradas praças a partir de 2500 m2, isso na teoria.



Fundação Cultural de Blumenau
Prefeitura de Blumenau

Praça Erika Martins Flesch

João Paulo Kleinübing 
Prefeito Municipal

Edson Francisco Brunsfeld
Vice-prefeito Municipal

Ivo Hadlich
Presidente da Fundação
Cultural de Blumenau

Dezembro de 2008


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Erika Martins Flesch 
Data de nascimento: 27 Maio 1925 
Local de nascimento:  Montanai, Crimea, Russia 
Falecimento: 7 abril 2008 (82) 
Blumenau, Santa Catarina, Brazil
Local de enterro: Blumenau, Santa Catarina, Brazil
Filha de Heinrich Martins e Alma Wagner Martins 
Esposa de Alfonso Maria Flesch 

Site Geni, de genealogia:

Sobre Erika Martins Flesch, publicado na Internet, só encontrei duas referências, uma no site Genea, que publiquei editado acima, e outra em uma dissertação de Tiago Pereira, da Universidade de Santa Catarina (abaixo). A Prefeitura de Blumenau poderia ter colocado na placa em sua homenagem um breve histórico. 
Página 171
(...) E a canção que dava continuidade ao ciclo Meu Brasil era novamente oriunda do folclore nordestino, a cantiga Na Bahia tem. O poema suscita a fertilidade e as delícias do belo estado tropical brasileiro: Na Bahia tem, tem, tem, tem coco de vintém. Ô iaiá, lá na Bahia tem. Na Bahia tem fumo e cacau. Outrossim, é provável que tenha partido do maestro Geyer, ou de sua letrista, dona Erika Flesch, que costumeiramente escrevia as letras das obras para coro, a composição do último verso da cantiga do ciclo, "na Bahia tem muita coisa que aqui não tem na Bahia tem", pois demonstra a perspectiva de que não era de "lá", mas "daqui" - uma Blumenau? Um sul do Brasil -, marcando a diversidade cultural e gastronômica do país. (...).

Meu Brasil Orquestra e Coro do Teatro Carlos Gomes, sob Regência de Heinz Geyer:
https://www.youtube.com/watch?v=XpahuGyP0AE

Não entendi porque não transcreveram o texto que faz menção à Blumenau, o qual consta no vídeo cujo link postei acima e a letra está a seguir:
(...) Na Bahia tem muita coisa que aqui não tem na Bahia tem
Em Blumenau tem batatas, linguiça, milho também
Batatas, linguiça, choucroute, palmito tem, Schlotfeger* também.

* Schlotfeger é uma massa com natas batidas enroladas com chocolate, formando um tubinho.


Heinz Geyer (Mülheim, 27/06/1897 - Blumenau, 13/06/1982). Maestro e compositor, chegou em Blumenau em 1921.

Foi um dos líderes da Sociedade Teatral Frohsinn, mais tarde Sociedade Dramático-Musical Carlos Gomes, embrião do atual Teatro Carlos Gomes.

No comando do teatro, organizou sua orquestra e coral, além de compor e produzir óperas. 

Também escreveu canções para coro infantil, música para balé e suítes baseadas no folclore brasileiro.

Regeu a orquestra do teatro pela última vez em 1971.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Heinz_Geyer


                                                                Alwin Schrader


(Detalhe do monumento de Alwin Schrader)

INAUGURADO EM 02.09.1980
NO GOVERNO DE
RENATO DE MELLO VIANNA 1
RAMIRO RUEDIGER 2





ALWIN SCHRADER

* 26.12.1869
+ 09.03.1945

PREFEITO DE BLUMENAU
01.01.1903 A 31.12.1914

HOMENAGEM DA COMUNIDADE

Mais informações sobre o Sr. Alwin Schrader:


Fotografada em dezessete de outubro de 2017.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Praça Getúlio Vargas - Gaspar - SC


Praça Getúlio Vargas
Rua Aristiliano Ramos X
Rua São Pedro
Gaspar
Santa Catarina


Getúlio Vargas:


Aristiliano Laureano Ramos 
Nascido e falecido em Lages, 10/05/1888 - 17/07/1976, filho de Belisário José de Oliveira Ramos e Teodora Ribeiro Ramos.
A vida de Aristiliano Ramos está sendo pesquisada pelos professores Cesar Luiz Pasold, da Univali, e Sirlane Melo, da Uniplac. Prefeito de Lages, deputado estadual e interventor federal entre 1933 e 1935, era primo de Nereu Ramos e foi derrotado por ele na eleição indireta do governador em 1935. Com três traições parlamentares até hoje misteriosas.


LEOPOLDO SCHRAMM
1º PREFEITO - 1934 - 1946

HOMENAGEM DA ADMINISTRAÇÃO
E DO POVO GASPARENSE
GASPAR, MARÇO/1996

O Sr. Leopoldo Schramm (nascido e falecido em Gaspar, 06/09/1890 - 08.04.1948),  foi o primeiro prefeito municipal de Gaspar. Ele governou o município de 1934 a 1947. É o prefeito com o período de mandato mais longo da história de Gaspar. 




ATENÇÃO

Informamos que a decoração natalina 
deste local foi idealizada para ser
apreciada pela população. São peças
frágeis e energizadas, podendo 
provocar acidentes se tocadas.

Código Penal, artigo 163, inciso III - Destruir, inutilizar ou deteriorar
patrimônio Público - Pena: Detenção, 6 meses a 3 anos, e multa.

(O pobre do munícipe tem de tomar duplo cuidado no Natal, para não ser
"energizado" ou encarcerado - ou ambos).


Prefeitura Municipal de Gaspar.



No poste vemos uma câmera que por sua vez transmite imagens ao vivo da praça 24h por dia:
http://www.tvgaspar.com.br/camera_praca.php







Coreto municipal, em obras, mas sem a placa com o orçamento e prazo.


Igreja São Pedro Apóstolo vista da praça.

Fotografada em dezesseis de outubro de 2017.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Praça Nassib Abdo Abage - São Francisco - Curitiba


Praça Nassib Abdo Abage   
R. Des. Vieira Cavalcanti X 
R. Senador Saraiva X 
R. Celestino Junior   
865m2
São Francisco  



PRAÇA
CÔNSUL NASSIB ABDO ABAGE

HOMENAGEM DO POVO DE CURITIBA PELOS
RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS À COMUNIDADE

27 DE JUNHO DE 1988.

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA

ADMINISTRAÇÃO ROBERTO REQUIÃO


Nassib Abdo Abage nasceu em 17 de junho de 1904, na Síria. Veio ao Brasil aos 16 anos com sua mãe, Dona Helena. Em 1935 tornou-se cidadão brasileiro. Iniciou suas atividades profissionais em Curitiba, transferindo-se mais tarde para Siqueira Campos.

Em 1925, estabeleceu-se na Lapa com comércio em geral. 

Em 1947, transferiu-se para Curitiba, onde fundou a empresa que levaria seu nome.

Nassib casa-se no Rio de Janeiro com Bárbara Fadel, com quem teve sete filhos.

Em 1962, a empresa individual transformou-se em Irmãos Abage e Cia Ltda, atuando no ramo de materiais elétricos e hidráulicos. Em 1970, na Alameda Carlos de Carvalho, iniciou-se a comercialização de iluminação decorativa, juntamente com os demais produtos.

Foi um dos sócios fundadores da Sociedade Árabe Brasileira Beneficente; diretor-tesoureiro da Irmandade Ortodoxa São Jorge de Curitiba, de 1965 até 1972.

Conselheiro da Associação Comercial do Paraná e da Federação do Comércio do Estado; diretor do Sindicato do Comércio Atacadista de Material de Construção de Curitiba; conselheiro do Clube Sírio Libanês e presidente do Conselho Administrativo Católico Apostólico Ortodoxo Antioquino da Igreja Jorge.

Prestou relevantes serviços à Igreja de São Jorge, bem como à comunidade em geral, por isso recebeu a honraria máxima concedida pela Igreja Ortodoxa - a Comenda de São Pedro e São Paulo, em 7 de maio de 1978.

Em 19 de maio de 1978 foi nomeado para o cargo de Cônsul Honorário da República Árabe da Síria para os Estados de Paraná e Santa Catarina.



Fotografada pela primeira vez em 28 de novembro de 2012:
https://familiapetroski.blogspot.com.br/2012/11/praca-nassib-abdo-abage-sao-francisco.html?m=0













Fotografada em vinte e três de maio de 2017.

Largo da Galícia - Bigorrilho - Curitiba


Largo da Galícia
R. Prof. Fernando Moreira X 
Al. Presidente Taunay X 
R. Padre Anchieta
1737 m2
Bigorrilho


CONECTORA 5
LIGAÇÃO OESTE COM 10,8 KM,
CONSTRUÍDA COM RECURSOS DO BIRD, ESTU
E PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA

Entregue em 23 de fevereiro de 1988

CLORALDINO SEVERO
Ministro dos Transportes

JOSÉ HOSKEN DE NOVAES
Governador do Paraná

JAIME LERNER
Prefeito de Curitiba


As biografias de Fernando Augusto Moreira e Alfredo Maria Adriano d'Escragnolle Taunay, Visconde de Taunay estão na postagem abaixo. Padre Anchieta consta da Wikipédia:

Jardinete Isabel Lopes Santos Souza


A Galícia é uma região histórica situada a oeste da actual Ucrânia e ao sul da Polónia. O seu nome deriva da cidade de Halych, na Ucrânia.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Gal%C3%ADcia_(Europa_Central)









Fotografado em vinte e cinco de maio de 2017.


***

Arquitetos curitibanos ganham prêmio nacional 
com projeto de interesse social
Projetada para acolher 540 crianças e adolescentes entre 13 e 18 anos, a escola da Fazenda Cauanã, no Tocantins, chama a atenção pela relação entre seu tamanho e sua delicadeza. Projeto dos arquitetos curitibanos Gustavo Utrabo e Pedro Duschenes.

http://www.gazetadopovo.com.br/haus/arquitetura/arquitetos-curitibanos-ganham-premio-nacional-com-projeto-de-interesse-social/

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Jardinete Isabel Lopes Santos Souza - Mercês - Curitiba



Jardinete Isabel Lopes Santos Souza
(Praça Anchieta)
R. Prof. Fernando Moreira X 
R. Padre Anchieta X 
Al. Presidente Taunay
300 m2
Mercês



Praça Anchieta consta na planilha do IPPUC como Jardinete Isabel Lopes Santos Souza, e há
um monumento em homenagem a ela.

***

Lei n.º 6373/1982 - 16/12/1982

A Câmara Municipal de Curitiba, Capital do Estado do Paraná, decretou e eu, Prefeito
Municipal sanciono a seguinte lei:
Art. 1º Fica o Chefe do Poder Executivo autorizado a dar as denominações de Isabel Lopes Santos Souza, a logradouro público da Capital.
Art. 2º Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as
disposições em contrário.
PALÁCIO 29 DE MARÇO, em 16 de dezembro de 1982.
JAIME LERNER
PREFEITO MUNICIPAL




Curitiba
A CIDADE DA GENTE

Jardinete

Prof.ª ISABEL LOPES SANTOS SOUZA
(1891 - 1980)

Homenagem à paranaense da
Lapa que, radicada em Curitiba,
dedicou-se ao ofício de professora.

Ensinou as primeiras letras e
abriu as portas do mundo para
gerações de crianças da
escola pública.

Que permaneça a memória do
seu exemplo.

Curitiba, setembro de 2006

Prefeito Municipal de Curitiba


Essa catraca no meio da praça é uma ideia bem original.

 Há alguns anos, era um banco de madeira.


Av. Prof. Fernando Moreira: Fernando Augusto Moreira nasceu em 30 de maio de 1867, em Rio Bonito, Minas Gerais, sendo filho de Júlio Cezar Augusto Moreira e Dona Leopoldina de Jesus.

Mudando-se para o Paraná, estabeleceu-se com tipografia. Devido a um incêndio, todo o seu material e trabalho foram destruídos pelo fogo. Fez concurso para a cadeira de Português do Ginásio Paranaense, ao mesmo tempo em que abria uma Escola Republicana, particular, em 1904.

Presidiu a instituição dos Escoteiros. Criou e dirigiu o Instituto Comercial, que mais tarde passou a funcionar na Faculdade de Direito da universidade do Paraná. Ao extinguir-se a sociedade mantenedora do Colégio Progresso, antiga Escola Alemã, doou o seu patrimônio à Faculdade de Medicina da Universidade do Paraná.

Foi um dos fundadores da Sociedade de Socorro aos Necessitados; irmão da Santa Casa de Misericórdia; membro da comissão que trabalhou pela proteção aos filhos dos Lázaros, e um dos fundadores da Sociedade de Proteção aos Lázaros, sendo aclamado presidente do Conselho Diretor do Educandário Curitiba. Como reconhecimento ao seu trabalho, um dos pavilhões recebeu o seu nome.

Escreveu um método de estenografia, hoje muito divulgado.

Faleceu em Curitiba, em 26 de março de 1949.

Lei n.º 287, de 18/12/1950. Autor do projeto: Vereador Ubiratan de Mattos Peixoto e Pref. Linneu do Amaral.

Maria Nicolas - Alma das Ruas.



Alfredo de Escragnolle Taunay*: Filho do comendador Félix Emilio Taunay e de Gabriella de Escragnolle, nasceu no Rio de Janeiro em 22 de fevereiro de 1843.

Bacharel em letras pelo imperial colégio de Pedro II, fez o curso da escola central, onde recebeu o título de bacharel em ciências físicas e matemáticas e o de engenheiro geógrafo.

Na Guerra do Paraguai, prestou serviços como ajudante da comissão de engenheiro na expedição para Mato Grosso, em 1865 e depois como secretário do comando geral das forças e encarregado do Diário do Exército; lecionou história e línguas no curso preparatório da Escola Militar, passando a lente de mineralogia, geologia e botânica do curso superior da mesma escola.

Representou na câmara temporária a Província de Goiás na 15ª legislatura, sendo eleito representante da de Santa Catarina na legislatura de 1881 a 1883; oficial da Ordem da Rosa; cavaleiro da Ordem de São Bento de Aviz e da Ordem de Cristo. Sócio do Instituto Histórico Geográfico Brasileiro.

Assumiu o governo provincial do Paraná, em 29 de setembro de 1885, exercendo-o até 3 de maio de 1886.

Durante o período do seu governo, percorreu grande parte de seu território. Mandou balizar a barra e os portos de Paranaguá e Antonina. Dedicou particular atenção ao problema da imigração. Inaugurou os núcleos de Santa Gabriela e o de Barão de Taunay; criou os núcleos de Santa Catarina e Alice.

Em 1886, torna-se senador por Santa Catarina, tendo sido escolhido de uma lista tríplice pelo Imperador em 6 de setembro de 1886.

Obras em Curitiba:
- Criação do Passeio Público, em 2 de maio de 1886, transformando um charco num espaço de lazer com lagos, pontes e ilhas em meio ao verde. Obra feita com dificuldade, pois dos 48 mil metros quadrados que o parque ocuparia, apenas 6 mil eram de terra firme. A cerimônia de inauguração, cheia de improvisos, foi realizada um dia antes do Visconde de Taunay passar o governo para Joaquim de Almeida Faria Sobrinho. 
- Construção de passeios, arborização das praças, intensificou a cultura do trigo; reorganizou a Biblioteca Pública do Paraná.

Faleceu no Rio de janeiro, em 25 de janeiro de 1899.

* Alfredo Maria Adriano d'Escragnolle Taunay, Visconde de Taunay.

Escreveu
- La Retraite de Laguna (A Retirada da Laguna). Rio de Janeiro, 1871, 224 pgs. Esta obra teve nova edição em Paris, 1879.

- Cenas de Viagem: exploração entre os Rios Taquari e Aquidaban (na Wikipédia consta como Aquidauana) do distrito de Miranda: memória descritiva.  Rio de Janeiro, 1868, 187 pgs. Esta obra foi seguida de um vocabulário da língua guaná, ou chané, e foi ela que deu entrada ao Dr. Taunay no Instituto Histórico e Geográfico.

- Viagens de Regresso de Mato Grosso à Corte: memória. Escrita em 1867 e publicada na revista do instituto, tomo 32.º, 1869, parte 2.ª.

- Campanha do Paraguai, Comando em Chefe de sua Alteza o Senhor Marechal de Exército Conde d'Eu: Diário do Exército. Rio de Janeiro, 1870, 404 pgs. Fatos ocorridos de 16 de abril de 1869, data em que Sua Alteza assumiu o comando em chefe do Exército, a 29 de abril de 1870, data de sua entrada na capital do Império.

- Vocabulário da língua guaná ou chané, Rio de Janeiro, 1874.

- A Província de Goiás da Exposição Universal de 1875. Rio de Janeiro, 1876.

- Questões Políticas e Sociais: discursos proferidos nas duas primeiras sessões da 16.ª legislatura da Assembleia Legislativa. Rio de Janeiro, 1877, 64 p.

- Questões Militares. A classe militar perante às câmaras. Artigos publicados no Jornal do Commercio.

- Carlos Gomes: discurso proferido na noite de 25 de julho de 1880 no sarau do Congresso Militar. Rio de Janeiro, 1880.

- Estudos Críticos. Rio de Janeiro, 1881. Artigos sobre a história da Guerra do Pacífico.

- Expedição do Cônsul Langdorff ao interior do Brasil: esboço da viagem feita desde setembro de 1825 até março de 1829, escrito em francês pelo desenhista da comissão científica Hércules Florence. Tradução. Publicado na Revista do Instituto Histórico.

- Zoophonia: memória pelo senhor Hércules Florence no anno de 1829, traduzida por A. d'Escragnolle Taunay.

- As Caldas da Imperatriz. Águas termais da Província de Santa Catarina. 1879.

- Elemento Servil. Coleções de artigos sob os pseudônimos de Cormontaigne, André Vidal, Mucio Scavola, etc., em 1871 e, em 1874 sob o de Sentinela.

Sob o pseudônimo de Sílvio Dinarte, que usa em literatura amena, escreveu:

- A Mocidade de Trajano: romance. Rio de Janeiro, 1871.

- Inocência: romance. Rio de Janeiro, 1871.

- Lágrimas do Coração, Manuscrito de uma Mulher. Rio de Janeiro, 1873.

- Ouro Sobre Azul: romance. Rio de Janeiro, 1874.

- Histórias Brasileiras: Rio de Janeiro, 1874.

- Narrativas Militares: cenas e tipos. Rio de Janeiro, 1878.

- Céus e Terras no Brasil. Rio de Janeiro, 1882. 

- Meyerbeer: ópera os Huguenotes. Artigo de crítica publicado na Revista Brasileira, 1879.

Sob o pseudônimo de Flávio Elísio publicou diversas composições de música:

- La Jalousie: scene de bal - para piano e canto.

- Doute d'Amour: romance - para piano e canto.

- Immer! Immer! valsa para piano.

- Deux Souvenirs: valsa para piano.

- Sepnsucht: valsa para piano. (A escrita correta parece ser Sehnsucht).

- Revelation: valsa para piano.

- Legers succés: valsa para piano.

- Adélio: valsa para piano. Estas seis valsas foram publicadas com o título de Chopiniana.

- Dous Caprichos para Piano e Rebeca. Op. 12 e 13.

- Sonata em mi Bemol. Op. 3.

- Desir de Plaire: valsa brilhante. Op. 14.

- Bonheur de Vivre: valsa brilhante. Op. 15.

- Amélia Smith, drama, 1886.

- No Declínio, romance, 1889.

- Curiosidades naturais do Paraná e excursões no Rio Iguaçu, 1890. Memória lida no IHBG em agosto e setembro de 1889. RIHGB, V 53, P. 193-241, 1890.

- Ao Entardecer, 1901. (Póstumo).

- O Encilhamento: cenas contemporâneas da Bolsa do Rio de Janeiro em 1890, 1891 e 1892, romance, 1ª edição 1893.

- Reminiscências, memórias, 1908 (póstumo).

Fontes:
- Dicionário Bibliográfico Brazileiro - Augusto Victorino Alves Sacramento Blake, 1883.

- Jornal A Gazeta do Povo, edição comemorativa do 323.º aniversário de Curitiba (2016);

- Maria Nicolas - Alma das Ruas;

- Instituto Municipal Curitiba Turismo

- Wikipédia:

- Google Books:





Fotografado em vinte e cinco de maio de 2017.